Do dia 02 de Junho a 12 de Setembro de 2012 realizamos o que chamamos de TRIP OF LIFE. Juntos, Érick Luchtemberg e Thayane Pezzi, nos aventuramos em uma viagem de 103 DIAS pela: Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Indonésia, Tailândia, Laos, Malásia, Vietnam e Camboja. Relatamos cada momento que passamos e diversas dicas para quem futuramente deseja seguir alguns dos nossos passos.

Enjoy it!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Day # 7 - Cruzeiro + Cozumel + Miami + Bogotá

Na realidade o dia não acabou. Era 2:30am da madrugada quando demos tchau pra galera que ficou e seguimos eu, Raoni, Cris e João no bus da Assist Card rumo ao aeroporto.

Chegamos no aeroporto e fomos fazer o check in, novamente o nome do João estava errado. Mesmo caso da vinda. Ficamos um pouco a mais ali esperando, até eles ajeitarem e deixar tudo ok pro embarque.

Ainda tínhamos um tempo até o embarque. Sentei na cadeira e capotei, tirei um bom de um cochilo. Se tinha algo que realmente estávamos era cansados. Nos últimos dias nós mais cansamos do que descansamos, tentando aproveitar o máximo possível a viagem.

Embarcamos e logo capotamos. Eu, João e Raoni ficamos sentados um do lado do outro, e antes mesmo do avião decolar já estávamos dormindo. Por sorte um acordou o outro na hora do lance, que passou, comemos e voltamos a dormir. O avião pousou e continuamos dormindo, tanto que fomos os últimos a sair do avião. Enquanto a galera saia, a gente dormia.

Chegamos em Bogotá era ainda 7:30am no horário local. O voo saía apenas as 2:30pm. Tínhamos 7 horas pela frente. Decidimos então que alguma coisa iríamos fazer, não tínhamos a ideia do que. A primeira decisão foi a de sair, passamos então pela imigração de entrada e alfândega na Colômbia.

Pra não se perder no horário, a essa altura do campeonato o relógio no celular estava assim.
Mais um carimbo!
Aproveitei que tinha wifi e fiquei conversando com a Thay, que nos ajudou com coisas pra fazer em Bogotá, considerando o tempo restrito que tínhamos. Ela pesquisava na internet e ia me enviando. A dica era ir pra um monte, onde tinha toda a vista da cidade.

Saímos e logo tinha uma área de informações onde pegamos os detalhes sobre esse lugar, o Cerro de Monserrate, que faz parte da Cordilheira dos Andes. Pelo que nos passaram um taxi até lá custava entre 25 e 30 mil pesos colombianos e o trajeto levava cerca de 45 minutos. No aeroporto mesmo trocamos os dólares pelos pesos, a conversão é aproximadamente U$ 1,00 = COP 2.000,00.

COP para U$.
Muy rico!
Entramos na fila do taxi e seguimos ao Cerro de Monserrate. Na hora o taxista já deixou fixado a ida no valor de 25 mil pesos, como era menos da previsão do cara das informações aceitamos, até porque isso dava menos de 15 dólares.

Taxiii!
Na Colômbia!
João muito participativo na selfie.
Nosso destino: Cerro de Monserrate.
Chegamos no pé da colina por volta das 9:30am, que tem duas opções pra subida e descida: funicular (uma espécie de bondinho) ou o teleférico. O valor é o mesmo: COP 16.000,00 por pessoa pros trechos de ida e volta. Subimos então de funicular, pra voltar de teleférico, que começa a operar somente a partir das 12pm.




Partiu funicular!
A subida é bem legal e já vai proporcionando uma vista e tanto da cidade. O Cerro de Monserrate é uma das principais atrações da cidade, pois está a quase 3.200 metros acima do nível do mar, sendo 800 metros acima de Bogotá. No topo do monte tem uma igreja do século XVII e ao lado oposto da cidade uma vista muito bonita, de uma área muito verde. Ali em cima fazia um pouco de frio e tinha um vento gelado, e não sei se era o psicológico, mas parecia uma falta de ar por conta da altitude.

Subindooo!





A igreja.


Mas a vista que chama mesmo a atenção é a do lado da cidade, pois mostra praticamente toda Bogotá. A cidade de Bogotá tem cerca de 7 milhões de habitantes e é a capital da Colômbia. Com a vista do monte consegue-se perceber que é um grande vale, cercada por cordilheiras de montanhas. É uma vista incrível que vale muito a pena!



Que vista! Que vista!

A ideia era descer no teleférico, mas era antes de 11am e já tínhamos aproveitado a vista e ficar esperando até as 12pm não estava valendo muito a pena. Descemos de funicular mesmo e seguimos caminhando.


Fomos caminhando, observando a cidade, rumo a Candelária, um bairro mais histórico de Bogotá que fica uns 2 km do pé do Cerro de Monserrate. Fomos caminhando, tranquilamente, observando as pessoas e o ritmo da cidade. Passamos pela frente da Universidad de lós Andes, onde precisamos registrar a primeira ação de trademarketing da Egali na Colômbia, país ao qual a empresa iniciará suas operações. Em breve: Egali Study Abroad em Bogotá, Cáli e Medellin.

Egali Study Abroad marcando presença!
Pelo caminho...




Chegamos na região de Candelária, um bairro com ruas mais estreitas, prédios mais antigos, diversos lugares importantes, museus e restaurantes.

O mapa...
A placa...
Bienvenidos!







Até chegarmos na Plaza de Bolívar (Bolívar Square), onde tem uma estátua de Simón Bolívar e é cercada por alguns dos principais prédios da cidade: ao norte o Palácio da Justiça, ao sul o Capitólio Nacional (sede do Congresso Nacional), no leste a Catedral da Colômbia, Casa da Câmara Eclesiástica, Capilla del Sagraria e Palácio do Arcebispo, e no oeste o Palácio Liévano (casa do prefeito de Bogotá).







Quando chegamos na praça ouvimos um buzinaço e gritaria, parecia algum tipo de protesto. Confesso que acredito que era algo do gênero, apesar de que estava rolando o jogo da Colômbia e poderia ser apenas uma comemoração. Como apenas ouvimos e não vimos, confesso que não sei o que era.

Buscamos então um lugar pra almoçar e achamos um restaurante simples, numa esquina: De Nuestra Tierra. Eles serviam comida típica colombiana, então era a nossa chance de experimentar algo local. Escolhemos sem ter muita noção do que estávamos pedindo. Quando chegou tivemos realmente a certeza. A opção do Cris era uma sopa com batata e outras coisas. O pra to João era salsichas, batatas, banana e mais algumas coisas. A minha escolha era frango e do Raoni cordeiro. Os pratos variavam de COP 13.000,00 a COP 20.000,00. A comida era muito boa e em abundância, achamos bem em conta por tudo que foi servido e o atendimento foi muito bom. Na hora de pagar, eles aceitavam cartão, peso e até dólar (mas creio que foi uma exceção).

Eis o Menu. Pra ter uma idéia, porque ter certeza ficava complicado.
Uma entrada.
João, as batatas, salsichas e demais ingredientes.
Cris e sua sopa.
Cordeiro pro Raoni.
Frango pra mim.
Pegamos um taxi de volta ao aeroporto, essa vez com o taxímetro ligado, que fechou nos 20 mil pesos. No final de tudo gastamos cerca de COP 45.000,00 a COP 50.000,00 cada um, algo na volta dos 25 dólares. Sem dúvidas valeu muito a pena! Deu pra conhecer, por pouco que tenha sido, um pouco da Colômbia. E ainda assim evitamos ficar 7 horas esperando exaustos no aeroporto. No final das contas, foram 3 países (EUA, México e Colômbia) em menos de uma semana.

Voltamos pra área de embarque e fomos aguardar o nosso voo. Por muita coincidência encontramos a Aline, coordenadora da Egali de Guarulhos, que estava viajando nas férias e ia pegar o mesmo voo que nós de volta ao Brasil.

Fomos ao nosso portão de embarque e acabei deitando no chão. Quando percebi acordei depois de 1 hora. Simplesmente apaguei.

Apagado.
Embarcamos e seguimos no voo rumo a São Paulo. Entre cochilos, conversas, seriados e filmes o tempo foi passando e chegamos era quase meia noite em São Paulo. Pegamos a van no aeroporto e fomos novamente ao Ibis de Guarulhos. Já era mais de 2pm quando finalmente fomos dormir.

No dia seguinte, eu e Raoni partimos rumo ao aeroporto. João tinha voo antes e Cris ia ficar por São Paulo. O ultimo voo da saga foi tranquilo, rapidão perto de todo o deslocamento dos últimos dias. Cheguei em Porto Alegre e fui direto de trensurb pra rodoviária, pegar ônibus rumo a Caxias do Sul. Quando eu cheguei, uma surpresa, meu cadeado havia sido estourado, abri a mala e estava o aviso de que a minha bagagem havia sido inspecionada ainda nos Estados Unidos.

 Cadeado foi pro estouro.
Enfim, missão cumprida! Uma semana bem corrida e bem agitada, ao estilo rock 'n' roll pra aproveitar cada minuto de mais uma trip. É clichê dizer que a viagem foi inesquecível, pois todas são. Mas o que fez dessa ser uma viagem incrível foi a galera, que não poupou em diversão! Muita curtição, risadas, conversas, momentos relax, momentos corridos, brincadeiras, festas, comilanças e aventuras. Muito obrigado a todos presentes nessa viagem, vocês fizeram a diferença e não tenho dúvidas que essa trip não seria a mesma sem vocês. Obrigado pela companhia e espero que algum dia tenhamos outra oportunidade de fazermos mais uma viagem juntos!

GUACAMOLEEEEEEEE!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Day # 6 - Cruzeiro + Cozumel + Miami + Bogotá

O navio atracou, chegou a hora de levantar e tomar o café da manhã. Optamos por ficar com as bagagens ao invés de entregar na noite anterior e retira-las somente na saída do cruzeiro. Quem opta por deixar as malas, um dia antes deve etiqueta-las e deixar no corredor, assim há uma sequencia de saídas conforme os números pra que a saída seja organizada e sem demoras. Quem opta por ficar com a mala deve sair por primeiro do navio, conforme cronograma. No entanto, nosso horário era diferente, por sermos do grupo da Assist Card.

Fomos pro café da manhã e de lá descemos pro teatro, o ponto de encontro, as 9am. Ficamos ali esperando a hora de sair e assistindo os melhores momentos da viagem, dando risada com os vídeos e as fotos.


Chegou a hora de sairmos, encaramos a fila, que vai saindo vagarosamente, até passar pela imigração. Aproveitamos a internet compartilhada do celular da Bárbara pra começar a dar os primeiros sinais de vida pra o mundo cibernético. Saímos, reuniu a galera e fomos pro bus, que também tinha internet.

Chegamos no Hilton, onde ficaremos hospedados por essa noite. Será o Hilton Miami Downtown. Algumas pessoas já tinham os quartos liberados, outras não. Fomos nos organizando, deixando as coisas no quarto de quem já estava com o quarto liberado.


A galera acabou se dividindo, alguns queriam ir pro outlet, outros queriam ir pra praia, outros tirar um cochilo. Acabamos seguindo eu, Raoni, Rafa, Yolanda, Bruna e Luana. Pegamos um taxi rumo a Miami Beach. O bom é que eles tem esses taxis grande, pra até 6 pessoas, além do motorista.

De Downtown até Miami Beach o taxi deu 22 dólares. Descemos próximo a Lincoln e fomos almoçar. Já era quase 2pm. Fomos no restaurante que eu e a Thay ia seguido na viagem do ano passado, o Cantinetta. Usamos a velha estratégia, chegar dar uma olhada no menu e esperar que eles ofereçam desconto. Prática comum dos restaurantes de Miami. Não deu outra, chegamos e logo nos ofereceram os 20% de desconto. Os pratos continuam na faixa de U$ 10,00 a U$ 15,00 em sua maioria, com direito a água e pãozinho de entrada.

Lincoln Av. with Collins Av.

Cantinetta!

Depois de bem alimentados seguimos rumo a praia. No caminho parei na CVS Pharmacy pegar algumas encomendas estéticas pra Thay, em seguida parei no mercado pra comprar um belo estoque de peanut butter.

Seguimos rumo a praia, Ocean Drive era o nosso destino pra ir curtir um pouco a praia de South Beach.  Chegamos na praia e estava ventando um pouco, mesmo assim ia encarar um banho de mar, mas infelizmente uma surpresa fez com que evitássemos entrar na água. Haviam muitas águas-vivas no mar, e o biólogo Raoni nos alertou que elas eram do tipo que queimavam. Melhor não arriscar e ficamos pela areia mesmo.


I'm in Miami B...!

Fomos caminhando pela Ocean Drive, passamos na Surf Style e ficamos curtindo um pouco da vibe dessa rua. Passavam alguns caras, tirando onde de Ferrari. A Ocean Drive pode ser dizer que é a rua da ostentação! Apesar dos restaurantes não serem tão caros pra comer, é onde a galera passa literalmente ostentando carrões e vida boa.

Ocean Dr!

Era pouco mais de 4pm quando pegamos um taxi rumo ao Dolphin Mall. O taxi deu cerca de U$ 50,00. Bateu o cansaço em geral e quando eu vi estava quase cochilando, olhei pra trás do taxi e vi que toda galera já estava. Pra evitar o sono e consequentemente dar a oportunidade pro motorista ficar rodando a toa, comecei a puxar papo pra ficar ligado e não dormir.


Chegamos no Dolphin Mall, é um pouco depois do aeroporto. Esse outlet é um pouco menor que o Sawgrass Mall, que fica em Fort Lauderdale. No entanto, todas as principais lojas estão por ali também, e em termos de preço é a mesma coisa. Então, é quase indiferente ir em um ou outro, apenas no Sawgrass tem mais coisas, é maior. Porém o Dolphin é mais perto.

Nos dividimos e marcamos um local e horário de encontro. Tínhamos até as 8:15pm pra aproveitar o que podia e nos encontrarmos pra voltar. Na realidade, com exceção de mim e do Raoni, os demais tinham todo o próximo dia em Miami, pois o voo deles sai depois das 11pm. Como eu só tinha aquela oportunidade, e pouco tempo, eu e o Rafa seguimos nas lojas que eu já mais ou menos tinha planejado comprar: American Eagle, Quiksilver, Oakley, Guess e US Polo.

No final consegui comprar quase tudo que tinha listado, mas infelizmente não sobrou tempo pras lembranças e presentes. Engraçado que encontramos o restante do pessoal no outlet, que alugaram uma van pra poder otimizar o tempo pela cidade.

8:30pm pegamos um taxi de volta pro hotel. Depois da correia e suadeira do dia peguei as coisas e fui dar uma mergulho na piscina do hotel. Momento relax do dia. Após a piscina hora de tomar um banho e arrumar as malas. Complicado colocar tudo em ordem e ainda fazer caber dentro da mala. Mas nada que anos de prática não resolvam.

Downtown Miami.
O quarto.
E a vista!
As compras =D
Pool time.
Após tudo pronto, hora de comer algo. Aproveitamos pra ir dar uma volta em Bayside, que é uma região bem legal de Downtown Miami. É um píer com diversas lojas e restaurantes, que fica uns 15 minutos caminhando do hotel.

Bayside.
De volta ao hotel, já estava quase na hora de pegar o bus rumo ao aeroporto. Subimos pro quarto, pegar as malas, tchau pra galera que volta só amanhã, hora de partir.

Bye Hilton, bye Miami!


domingo, 12 de outubro de 2014

Day # 5 - Cruzeiro + Cozumel + Miami + Bogotá

E chegamos ao ultimo dia de Cruzeiro. Justamente por esse motivo acordei as 10am, era necessário fazer o dia render. Fui direto pro breakfast e depois encontrar o pessoal na piscina. A essa altura todo mundo na sombra, mais calmos. Depois do dia intenso que foi ontem e o acumulado dos outros dias, tinha uma ressaca total, pra galera também alcoólica. Na realidade era exaustão, misturado com a vermelidão da pele graças aos queimões que esses dias renderam.

Estávamos tranquilos, na área da piscina, mas nos escondendo abaixo de uma sombra. Até que foi anunciado a competição do: World Sexiest Man. Sim! Aquela mesma competição a qual eu competi e ganhei o ano passado. Logo a galera já meteu pilha pra eu participar, defender o meu título, mas esperei alguns minutos, ver se por acaso todas as vagas não fossem preenchidas rapidamente. Não foram, fui lá e me inscrevi. Enfim, precisava buscar o segundo título, o bicampeonato.

Esse ano a competição estava mais árdua, eram mais 7 concorrentes. Sem contar a quantidade de pessoas no navio, que era muito maior. A piscina estava lotada, e toda área ao redor. Todo mundo queria aproveitar o ultimo dia de cruzeiro e a piscina é o grande point.

Sol pegando, concorrentes a espera, decks 10 e 11 lotados. Cenário pronto pra mais uma batalha, promessa de muita diversão e risadas!

Começou, e o primeiro concorrente já foi melhor que todos os outros do ano anterior. Tirou a camiseta, colocou no meio das pernas, fez a dancinha sensual. Eita, toda a minha tática do ano anterior alguém já tinha utilizado de cara. Era preciso surpreender!

E assim seguiram os próximos concorrentes. A cada adversário eu via que a coisa seria difícil. Logo na primeira apresentação tive que me puxar e jogar todas as cartas que eu tinha, porque se eu guardasse alguma carta pra final, de repente não seria o suficiente pra chegar na próxima fase.

Enfim, eis a apresentação:


Dos 8 candidatos, 3 foram selecionados pelas juradas pra finalíssima. Na realidade, a disputa já estava bem definida entre dois candidatos: eu, o cara da sunga que ganhou o carisma da galera, e um android de quase 2 metros de altura, que mexia os peitos e dançava como um gogoboy. Disputa injusta pro meu lado!




Na final a apresentação era pro público em geral, que lotava os decks 10 e 11. Após, todo mundo escolheria o grande campeão. Como de se esperar o primeiro candidato não empolgou muito a galera, mas em compensação o segundo era uma máquina e levou a mulherada a loucura. Eu precisava surpreender, já que o físico não ajudava, a simpatia e o carisma precisavam compensar. E o truque da sunga asa-delta não falhou! Na cara e na coragem fiz com que a minha bunda se tornasse a mais famosa do cruzeiro, arrancando muitos aplausos, gritos e gargalhadas.



O grande truque!
Foi então o grande momento da decisão. Palmas e gritos escolheriam The World Sexiest Man. O primeiro candidato virou total coadjuvante de uma disputa muito acirrada entre eu e o android dançarino. O terceiro lugar foi anunciado sem surpresas, e em segundo lugar veio o meu nome, com direito a algumas vaias da galera contra o resultado. Enfim, apesar de não ter ganho, o momento valeu muito a pena pois, com certeza, levou diversão pra todos presentes.
Ao final, ganhei a minha medalinha de prata e muitas pessoas vieram me cumprimentar, agradecendo as gargalhas que proporcionei e dizendo que era necessário uma recontagem dos votos, que acreditavam que eu havia arrancado mais aplausos e gritos e merecia ter ganho. Outras pessoas vieram pedir pra tirar fotos, com o “speedo guy” (cara da sunga).

Depois de toda diversão e descontração o navio seguiu no seu fluxo, geral em volta da piscina pra curtir o último dia de viagem. Enquanto isso uma banda animava a galera, com muito reggae em um clima bem tranquilo e animador.

O tempo foi passando e a próxima atividade do dia era o vôlei na piscina, hóspedes contra tripulantes. A galera montava o time, se inscrevia e competia com o time da tripulação do Vision of the Seas.

Os times iam jogando, mas a tripulação não dava chance e ganhava um por um. Chegou a hora do time da Assist Card, mas não aparecia ninguém, então a Alexia (CEO do Assist Card) foi chamando o pessoal pra formar um time, faltou uma vaga e lá fui eu jogar.

Começamos perdendo, mas daí o pessoal do time reclamou que não tava preparado e zerou tudo. Enfim, eram quase 600 pessoas do Assist Card no cruzeiro, então eles não hesitaram e zeraram o placar. Foi então o momento da grande virada e a vitória veio até de maneira fácil.

Mais alguns times jogaram e depois fomos jogar de novo, com o pessoal do Assist Card do Brasil. Essa vez não deu chance e perdemos.

No final todo mundo que tinha jogado foi convidado pra jogar contra o time da tripulação. Estávamos em umas 20 e poucas pessoas de um lado, contra os 6 da Assist Card. O lado da galera ganhou, mas não foi tão fácil assim. Afinal quanto mais mão envolvida, mais fácil é da galera se atrapalhar e deixar a bola cair na água.

No final, os dois times que haviam ganhado do time dos tripulantes fariam uma final. Era um outro time contra o primeiro time da Assist Card, mas o restante da galera sumiu e acabamos indo os segundo time mesmo. E a vitória veio!

Tripulantes a rigor.
Continuamos pela piscina, só pra variar. O tempo passou e a fome bateu. Fomos no Sollarium pra uma sequencia de lanche. Sanduiches, wraps, saladas, entre outras delícias. Um pouco mais de piscina, depois mais um lanchinho no Sollarium e finalizar o dia bem de boa na jacuzzi.

Na hora de voltar passamos pelo Centrum e estava rolando uma apresentação de trapezistas. É legal que dava pra assistir de diversos andares o espetáculo, que reuniu muitos espectadores. Eu, Raoni e Bruna ficamos por ali assistindo um pouco a apresentação.


Chegamos na janta um pouco atrasados, e por esse motivo tivemos uma surpresa, nossas mesas haviam sido ocupadas. Ficamos tristes, pois havíamos sido super bem atendidos nas outras noites e queríamos poder estar com os mesmos garçons na nossa última janta. Acabamos indo pra outra mesa, mas no final fomos lá nos despedir e agradecer pela simpatia e cordialidade que eles tiveram nesses dias. Deixamos uma pequena gorjeta pra eles, não foi muita coisa, mas acho que se todos que se sentissem bem com um atendimento que supera as expectativas o fizesse, com certeza o pessoal se sente valorizado e de alguma maneira é melhor que nada.

Entrada.
Prato principal.
Sobremesa.
Oceania Top Team!
Um pulinho no teatro!
Da janta fomos pro deck 11, uma festinha bem light, mas de despedida do cruzeiro. Reunimos toda galera pra festejar esses últimos dias, que foram muito divertidos.