Do dia 02 de Junho a 12 de Setembro de 2012 realizamos o que chamamos de TRIP OF LIFE. Juntos, Érick Luchtemberg e Thayane Pezzi, nos aventuramos em uma viagem de 103 DIAS pela: Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Indonésia, Tailândia, Laos, Malásia, Vietnam e Camboja. Relatamos cada momento que passamos e diversas dicas para quem futuramente deseja seguir alguns dos nossos passos.

Enjoy it!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Day # 7 - Bahamas + Miami

Logo após o café da manhã seguimos rumo a praia. A ideia era alugar uma bicicleta e circular pela orla, mas o estação de bicicletas próxima de onde estávamos não estava funcionando. No final das constas foi melhor, pois o dia estava muito quente e ir pra beira-mar foi uma ótima pedida. Além do céu azul e muito sol, o mar estava muito bom. A água estava muito límpida.

Opa, não foi dessa vez.








Ficamos um bom tempo curtindo a vibe de Miami Beach, entre o mar e a areia. Nós levamos uma canga pra ficar pela areia, mas quem quiser pode contratar cadeiras e guarda-sóis por U$ 20,00 a cadeira e U$ 7,00 o guarda sol.





Ocean Drive.


Voltamos da praia e fomos ao hotel tomar um banho e seguir pro almoço. Fomos pela Washington Avenue e acabamos achando um restaurante de comida japonesa chamado Fuji, onde o Buffet livre era U$ 10,00.



Enquanto almoçávamos o tempo simplesmente virou e resolver desabar o céu. Saímos e fomos dar um tempo em uma loja de souvenirs. Meia hora depois o sol já estava brilhando novamente, como se nenhuma chuva tivesse passado por aqui.

Da Washington seguimos pra Lincoln, assim a Thayane poderia dar mais uma conferida nas lojas. Já aproveitamos pra comprar uma mala pra volta, por U$ 40,00. Também já garantimos os potes de peanut butter pra fazer um estoque no Brasil.

Collins Avenue.

Ficamos um tempo no hotel pra esperar o sol dar uma baixada e voltarmos pra rua e aproveitar Miami Beach. Era pouco mais de 5pm quando saímos novamente, antes fomos alugar o carro pra amanhã. Na 14th, entre a Collins e a Washington, encontramos um local por U$ 79,00 com seguro incluso e under age (por ser menor de 25 anos). O nome da locadora é Plus, da rede das lojas Surf Style. Já deixamos bookado para o dia seguinte, as 9:15am. Eles aceitaram o depósito de U$ 200,00 em cash, não precisa ser no cartão de crédito.

Seguimos pra Ocean Drive pegar umas bikes pra explorar a orla da praia. Nas duas primeiras estações não havia bicicleta disponível. Na terceira encontramos. O valor por 30 minutos é U$ 4,00 e 1 hora é U$ 6,00, pagos pelo cartão de crédito. O bom é que pode pegar a bicicleta em um ponto e devolver em outro, são mais de 200 pela cidade.

Casa onde Gianni Versace foi assassinado.

Poucos pontos para as bicicletas.

Pegamos 30 minutos e seguimos pela orla até South Pointe Park. É um parque bem estruturado no final da praia, na beira do canal de Miami.







South Pointe Park.




Quando fomos até a praia verificamos que o céu havia mudado novamente. O céu escureceu e era sinal de bastante chuva a caminho. Corremos com as bikes pra poder fugir da chuva e também pra garantir a devolução a tempo.



Quando achamos uma estação, mas a mesma não tinha vaga pras duas bicicletas. Seguimos em frente até encontrar outra. Devolvemos no minuto exato, tanto do tempo como da chuva. Entregamos aos 29 minutos e assim que largamos as bicicletas a chuva veio com tudo.


Corremos pros restaurantes e bares da Ocean Drive, que são protegidos com toldos. Como era final de tarde, os mesmos já estavam a todo vapor. A calçada é tomada pelos bares e restaurantes, sejam dos hotéis ou não. E eles fazem de tudo pra convencer os turistas a ficarem no estabelecimento. É uma infinidade de host e hostess que ficam chamando para curtir as happy hours e os deals do dia. Pra andar pela calçada tem que preparar o “No, thanks!” pra usar all the time! Além das atrações que cada restaurante oferece, que vão de hostess com muito pouco roupa, musica ao vivo, danças, luzes e etc.




Vestido que a Thay gostou, por apenas U$ 1.000,00.

Os drinks típicos de Miami.
Sapatos, sapatos, sapatos!


Outro detalhe interessante são os carros. Corvette, Mustang e Camaro são extremamente comuns. Lamborghinis, Ferraris e Maseratis também se fazem presentes.

Com a chuva acabamos nem vendo muita coisa e fomos parar na Surf Style, comprar mais alguns souvenirs. Seguimos pro hotel e depois fomos jantar. A essa altura a chuva novamente nem parecia mais ter passado.


Seguimos pela Washington, na Espanola Way, uma rua com diversos restaurantes típicos, como: cubano, mexicano e espanhol. Acabamos indo na Lincoln.



Entre todos os restaurantes optamos por um com os melhores deals, o Enso. Diversas opções por cerca de U$ 10,00. Lembrem-se: mais tax (7%) e tips (18%). Eu pedi um cuban sandwich e a Thay um chicken salad.

Na volta pro hotel, parada na... farmácia? Sim, maquiagens pra Thayane!


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Day # 6 - Bahamas + Miami

Acordamos e seguimos pro breakfast do hotel. Tem suco, sucrilhos, café, achocolatado, pão e mais algumas coisinhas. Já ficamos pelo lobby esperando o shuttle pro outlet, que chegou até mesmo antes do horário marcado: 8:50am.

O shuttle seguiu pegando mais pessoas pelos hotéis. Diria que ele seguiu pegando os brasileiros, pois 10% das pessoas no ônibus não eram brasileiros. Levou mais de meia hora pegando gente e depois seguiu pro Sawgrass, que fica em Fort Lauderdale.

 As humildes casas de Miami no caminho.


Chegamos no Sawgrass Mills era umas 10:30. A volta pode ser as 5 ou as 9pm, conforme opção de cada um e o ponto de encontro é a entrada número 3. O bom é que o shuttle fornece um voucher pra pegarmos o livro de desconto, que normalmente é uns U$ 10,00. É um livro com coupons com desconto em algumas lojas que vale a pena comprar, pois se usar em apenas uma loja, o desconto provavelmente será maior que o valor pago.

Devidamente identificados pra garantir o shuttle de volta.
Entrada 3.
Ganha o voucher.
Vai no Guest Services.
Garante o livro de descontos!

O Sawgrass é o maior outlet dos Estados Unidos, com mais de 350 lojas. Realmente é enorme, com lojas enormes. Tentamos mais ou menos organizar uma rota, pra tentar olhar tudo. 


Começamos com calma, sem comprar no impulso e esperar pra dar uma conferida nas demais lojas. Até porque o encontro pra pegar o shuttle de volta seria na entrada 3, então essas lojas do início poderíamos passar rapidamente no final pra pegar o que gostamos. Foi uma idéia inteligente, que valeu a pena e deu certo.

Era meio dia e não tínhamos nem completado 2 setores, de um total de 7. Nessas horas percebi como é muito mais fácil a compra de homens do que de mulheres. A Thay ia nas lojas e escolhia mais de 20 peças pra experimentar, mas acabava levando 3 ou 4. Eu experimentava 5, levava 4 e mais alguma outra coisa sem nem experimentar. Enquanto as minhas compras levavam 5 minutos, as da Thay levava de 20 a 30 minutos.

Uma das pequenas lojinhas.
A favorita da Thay.
Burro de carga, cabideiro, carregador de sacolas, e ainda tem que dar opinião sobre as roupas.

Precisamos pegar um carrinho pra colocar as compras, que custa U$ 6,00. Eu diria que mesmo quem não é consumista acaba comprando muita coisa. Confesso que eu não tinha muito o que comprar, mas acabei levando muita coisa que não esperava, pois vale muito a pena. Muito mais barato que no Brasil.

Opa, uma boa função para o carrinho.

Eu e a Thay não somos muito vidrados em marcas, somos mais adeptos a roupas que encaixam com os nossos estilos, independente da marca que ela leve. Aos quem preferem roupas de marcas mais famosas, acabam poupando muito. Não que essas roupas de marca sejam muito em conta por aqui, mas percentualmente falando, são bem mais baratas que no Brasil.

Pelos valores serem tão mais em conta que no Brasil, diria que 80% do público que frequenta o Sawgrass é brasileiro. A língua que mais ouvi ao longo do dia foi o português. Sem os brasileiros eu diria que o outlet teria que fechar as portas. Muitas lojas tem funcionários brasileiros e na maioria das lojas as pessoas falam um pouco de português, pra atender os brazucas. Ao mesmo tempo ficamos admirados, pela quantidade de brasileiros que não tem noção alguma de inglês, que não entendem nem o básico. E mesmo a maioria, sabe pouco mais que o básico.

Ainda sobre a língua, muitas vezes estávamos sendo atendidos e quando o atendente via que falávamos português entre nós, eles começavam a falar com a gente em espanhol, tentando “facilitar” a nossa vida. Algumas vezes conseguíamos entender, em outras não entendíamos nada e pedíamos em inglês. Há também os casos das pessoas quem não tem um inglês muito bom, falam o espanhol, apesar de morarem em Miami.

Recarregando as energias.

As 5pm, horário da primeira volta do shuttle, tínhamos visto menos da metade dos setores. Impossível voltar nesse horário. Continuamos as compras e quando chegou as 8:30pm nos direcionamos pro ponto de encontro do shuttle, ainda sem ter passado por 2 setores do outlet. Ainda assim, com muitas e muitas sacolas de compras.

Resultado do dia.
Felicidade é pouco!

Chegamos pouco mais de 10pm no hotel, conferimos as compras e fomos na Ocean Drive comer algo. O bom que sempre tem alguma “Special” do dia em algum restaurante. Achamos uma com um ravioli de lagosta por U$ 10,00, a Thay acabou indo de salada.


Do restaurante voltamos pro hotel, pois estávamos simplesmente podres. Foi mais de 10 horas de compras.