Do dia 02 de Junho a 12 de Setembro de 2012 realizamos o que chamamos de TRIP OF LIFE. Juntos, Érick Luchtemberg e Thayane Pezzi, nos aventuramos em uma viagem de 103 DIAS pela: Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Indonésia, Tailândia, Laos, Malásia, Vietnam e Camboja. Relatamos cada momento que passamos e diversas dicas para quem futuramente deseja seguir alguns dos nossos passos.

Enjoy it!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Day # 59 - Tailândia

Acordamos cedo para acabar de arrumas as coisas e ir tomar o nosso café da manhã. Em seguida voltamos para o hotel e ficamos esperando o nosso shuttle até o aeroporto. Bookamos no hotel mesmo o shuttle, no valor de TBH 150,00 cada um.

Thayane e seu vestidinho novo.

Chegamos no aeroporto, fizemos o check in para o voo de Chiang Mai, que será novamente pela Air Asia, e seguimos rumo a área de embarque.

Se eu posso dar uma dica sobre Bangkok é: não venha para Bangkok! Sinceramente, a cidade não tem nada de muito atraente. Não tem nada de paisagem e com certeza milhões de lugares melhores para conhecer a cultura da Tailândia. Se você tiver que vir para Bangkok, devido aos voos por exemplo, fique o mesmo tempo possível. E a minha dica é: vá no Agoda e pegue um hotel bem bom e com piscina, onde você possa ficar a maior parte do tempo. Se quiser visitar algum lugar, vá para região de Khao San com um taxi com o taximetro ligado.

Decolamos por volta da 1pm e pouco antes das 2pm chegamos em Chiang Mai. Um voo rápido, após todo esse tempo de viagem, diversos, voos, barcos e ônibus, 1 hora de voo passa literalmente voando.

Chegamos e fomos pegar as nossas malas. E em horas assim eu duvido da capacidade inteligente do ser humano. Na esteira para pegar as malas, todo mundo colado, desesperado para ver a sua mala surgindo no carrossel das bagagens. E cada um se enfia mais e mais na frente do outro, impedindo ainda mais as outras pessoas de verem quando vem a sua bagagem. Não seria tão mais fácil se todo mundo ficasse 3 metros longe da esteira, observando as malas passarem e quando passar a sua ir lá perto e pegar? Enfim, deixo a dica para todos os viajantes: não fique colado na esteira, fique um pouco mais pra trás. Voltando ao nosso dia, vimos as nossas malas, ainda com educação pedi licença aos grudados na esteira, puxei as bagagens, evitando dar na canela dessas pessoas e seguimos rumo ao hotel.

Por favor, não façam como essas pessoas.

O nosso hotel oferece serviço de pick-up no aeroporto por THB 100,00 cada pessoa. Sem ter idéia quanto era o taxi, achamos melhor garantir e pegar, afinal esse valor ainda é bem barato pra nós. Dessa maneira, na saída havia um motorista nos aguardando com uma placa com os nossos nomes. No entanto, ainda no local de pegar as malas há diversas empresas que prestam serviço de taxi. Eles cobram THB 120,00 pelo carro, ainda mais barato que o pick-up do hotel. Fica a dica!

Alguns minutos e já chegamos no nosso hotel, o Chiang Mai Gate Hotel. Bookamos pelo Agoda novamente. O hotel é bem melhor do que o de Bangkok. O quarto é bem grande, a cama também. Novo e bastante confortável. O hotel tem piscina, o quarto tem frigobar, chuveiro quente. No quarto não tem internet, tem no lobby. Na realidade esse é um dos pontos ruins do hotel, a internet é horrível, basicamente não pega, apenas próximo ao balcão de check in/out. Outro ponto que não é tão bom é a localização. O hotel fica localizado próximo ao Chiang Mai Gate, 15 minutos caminhando da parte mais movimentada, que é nos ao redores do Thapae Gate.

Nosso quarto.
Chiang Mai Gate.
Mapa de Chiang Mai com o caminho do nosso hotel, na parte inferior do mapa, até o centro, o circulo no lado direito do mapa.

Largamos as nossas coisas no quarto e aproveitamos para dar uma olhada na agência de viagens do hotel, para podermos organizar os nossos dias por aqui. Tem bastante coisa pra fazer em Chiang Mai, principalmente trekking pela região, algumas vezes de diversos dias. Nosso tempo é curto e nós queremos fazer o Elephant Training, ir ao Tiger Kingdon e na Long Neck Village. Conversando com a mulher verificamos que podemos fazer a atividade com os elefantes em um dia, e os tigres e a vila no outro. Assim podemos no terceiro dia começar a nossa jornada de 3 dias até Chiang Mai, pelo Mekong River. Como os aviões da Laos Airlines são de hélice e não de turbina, a Thayane achou melhor enfrentar 3 dias de viagem no rio do que 1 hora de avião. Na agência do hotel conseguimos os seguintes valores:
  • Elefantes: THB 2.500,00 cada.
  • Carro para ir no Tiger Kingdon e na Lonk Neck Village: THB 1.000,00
  • Slow Boat trip para Luang Prabang: THB 1.800,00 cada.

Como já era quase 4pm, resolvemos ir até o centro da cidade dar uma olhada em mais umas agências e almoçar. Chiang Mai tem uma parte central, que antigamente era envolvida por uma muralha. Hoje o muro não existe mais, apenas os portões. Se olhar o mapa, vai observar um grande quadrado no meio. A história da cidade é grande, a qual já foi independente, dominada por Myanmar e hoje faz parte da Tailândia. No caminho passamos por diversos templos, mas já estamos quase com overdose de templos e no final eles não são tão diferentes. Acabamos não visitando nenhum.

Os taxis em Chiang Mai.
Templo...
... templo...
... templo!

No caminho encontramos um restaurante bem legal, com um ambiente bem agradável. Ficamos almoçando por ali, no Hot Chilli. O valor, praticamente o mesmo que os demais restaurantes. Pratos em torno de THB 100 a 200. Aproveitamos que ao lado tinha uma agência de viagem e fomos dar uma conferida nos valores:
  • Elefantes: THB 2.000,00 cada.
  • Carro: THB 200,00.
  • Luang Prabang: THB 1.750,00 cada.


Achamos muito mais barato, em relação aos valores que foi passado no hotel. No caminho de volta demos uma passada em mais algumas agências e verificamos que os valores realmente ficam nessa faixa de preço, um pouco acima dessa do lado do restaurante.

Voltamos ao hotel e fomos para piscina, para nos refrescar um pouco frente ao tempo abafado que tem por aqui também. A piscina não tem a água tão límpida. Basicamente não dá pra ver o pé, por isso a Thay achou melhor não entrar. Eu acabei entrando, mas achei melhor não colocar a cabeça em baixo da água. Saímos da piscina, tomamos banho e seguimos novamente até o centro, pra ir lá na agência confirmar os nossos passeios.

No caminho, uma carreata de tuk tuk.

Resolvemos dar uma olhada em mais algumas e acabamos achando uma com valores um pouco melhores e que pareceu confiável, a Northern Sun Travel. Acabamos bookando tudo lá mesmo:
  • Elefantes: THB 2.000,00 cada.
  • Transporte: THB 300,00.
  • Luang Prabang: THB 1.600,00 cada

Tentamos achar algum restaurante de comida japonesa ali na volta para jantar, mas o único que achamos era muito caro. Quando fomos na agência pedimos pro cara que nos vendeu se ele sabia de um, ele disse que tinha um que era bom e barato, mas era meio longe para irmos a pé. Daí ele resolveu ligar pra namorada dele pra ver se ela queria ir lá, daí eles iam com a gente. Mas ela acabou não querendo, mas mesmo assim ele disse que levaria a gente, já que compramos bastante coisa com ele. Como depois teríamos que pegar um tuk tuk ou taxi pra voltar, agradecemos mas achamos melhor deixar pra outro dia, apenas pegamos com ele o nome e as direções.

Thapae Gate.

Acabamos jantando em um restaurante quase em frente ao nosso hotel, o Doo Dee. Cansado de pad thai, atacamos de carbonara. A melhor até agora.

Para facilitar, como a maioria dos restaurantes, menu com foto das comidas.
 

The best carbonara so far.

Hoje percebemos a importândia do Trip Advisor. Tudo que envolve viagem hoje em dia é baseado pelo que está no Trip Advisor. O hotel onde estamos expõe para ser bem visto o Certificado que eles tem. Na hora de bookar o elephant training, o pessoal falou da agência mais procurada (e mais cara também: THB 2.500,00) pois tem as indicações no Trip Advisor. Até mesmo o restaurante que jantamos nos entregou um cartão para indicarmos eles.

Depois da janta, voltamos para o hotel. A Thayane quase não vai dormir de tanta ansiedade, pois amanhã é o dia que iremos passar com os elefantes.


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